sexta-feira, 25 de maio de 2012

A arte de ser Mãe e Mulher

A Arte de ser Mãe e Mulher

    Viver nesta complexidade que chamamos de Vida não é fácil. Para nós, mulheres, são tantas tarefas, afazeres, tantos compromissos, tantas atenções que temos que dar, que tornam o dia tão pequeno e tão necessário que houvesse mais horas... Principalmente ser mãe e mulher, não é tarefa fácil, mas também não é impossível. Basta-nos um pouquinho de vontade para sabermos diferenciar as coisas e organizar nosso tempo.
  As vezes, deixamos que o nosso lado mãe tome conta de tudo e não pensamos mais em nós mesmas como mulher e sim como aquela que precisa cuidar dos seus filhos, deixar tudo no seu lugar para que todos fiquem satisfeitos.
 Temos que cuidar de da casa, cuidar do marido, dos filhos, e da família. Além de ser mãe, esposa, conselheira, psicóloga, amiga e companheira, e esquecemos do principal: como ficamos como mulher?
  É difícil, mas nada é impossível. A Princípio, precisamos nos organizar, para que consigamos e tenhamos êxito no que fazer. As tarefas de casa, os momentos de lazer com os filhos, a atenção ao marido, etc., precisam ser revisadas para poder nos organizar verdadeiramente.
Se arrume, dê uma repaginada, coloque roupas que levantem sua alto-estima, Chame o seu marido para sair, seu marido também merece a sua atenção, porque muitas vezes esquecemos que temos um companheiro que também tem as suas “carências”. Deixe um pouquinho os seus filhos com alguém e pense só em vocês dois, lembre-se de tudo passaram juntos, dos momentos bons, das alegrias, do que impulsionou vocês a viver juntos, o que fazem vocês serem felizes... Um tempo só para vocês vai ser muito bem vindo para poder recordas os bons momentos, e sempre poder voltar ao passado para lembrar como se conheceram, de como são apaixonados um pelo outro e de como Deus tem unido vocês cada dia mais e mais.
  O que move um casamento é a confiança mútua, a amizade, o companheirismo, a fidelidade e o amor.Todas essas coisas sempre devem andar juntos. Mas nunca se esqueça: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; e em todo fim permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” (I cor 13)